Me
ensina?
Era segunda feira, como toda semana, o dia começou ruim, tinha vários trabalhos
para entregar, algumas provas que não tinha feito, havia acordado tarde, na
verdade minha melhor amiga estava gritando meu nome no portão quando
acordei.
Corri
para atende-la, preparamos tudo para os intermináveis trabalhos de final de
ano, em meio a tantas conversas, falando das aulas que teríamos, me peguei
pensando no professor de filosofia, moreno, alto, olhar sedutor e um sorriso
incrivelmente sexy, me reprimi em pensando em como ele era gostoso, depois meus
pensamentos foram invadidos com a ideia de descobrir o que haveria naquela
calça jeans tão justa. Passei quase um ano inteiro secando ele, olhando como
ele era desejado pelas outras alunas e em como poderia tirar proveito de ser
tão interessada nas suas aulas.
O dia
passou em um piscar de olhos e o calor era insuportável, pensei em me arrumar
melhor para vê-lo, nada fora do convencional. As horas passaram rapidamente até
chegar na escola, que estava vazia por ser final de ano!
Na escola
haviam menos de 20 alunos, da minha turma somente eu e minha amiga que estava
indo embora, já que ela sabia dos meus planos e não queria atrapalhar!
Quando o
olhei vindo e a sala vazia, fui ficando excitada a ponte de sentir minhas
pernas molharem, estava chupando sorvete e ri de imaginar o que poderia fazer
com ele. Mal conseguia pensar em outra coisa, quando entrei na sala, ela vazia,
ele olhando os diários, um filme se fez na minha mente, era nítido meu
interesse nele, ele se fazia e difícil, deixando isso mais delicioso de pensar.
O
mais louco é os assuntos fluíam naturalmente com ele e meus segredos eram
jogados na mesa, como se ele pudesse escolher a melhor parte de mim, algo tão
picante e denso, que eu emanava desejos, entre umas conversas e outras, me
distraia mexendo no celular, tinha que ir embora, estava sem carona, me
desanimei, não somente pelo fato de não ter ninguém pra me levar, mas
pelo fato de me entediar facilmente.
O
tempo no relógio parecia correr e eu desejava que os
ponteiros parassem, só para olha-lo mais um pouco.
Era irresistível não imaginar os diários no chão, eu
subindo em cima da mesa e ele me pegando com força fazendo papeis voarem.
Estava
quase na hora de bater o sinal, quando ele finalmente finalizou as notas, se
ofereceu para me levar pra casa, sorri! Fui orientada a espera-lo no portão já que estávamos na escola, estava ouvindo música, quando ele parou com o carro, não demorou muito para tentarmos dar o primeiro beijo, logo depois seu carro parou e senti meu coração bater em minha nuca, estava tonta e com um desejo imenso de mergulhar em seus lábios.
O
beijo era quente, as mãos eram grandes e tinham a força certa para me fazer
ficar molhada.
Me
entreguei em seus beijos quentes, seu corpo encostava no meu e ao mesmo tempo
que me batia a vontade de subir em cima dela, fiquei com medo
de alguém nos ver... Essa vontade de te-lo dentro de mim, e o
perigo de estarmos na rua foi me apertando, apertando que parei para respirar
se não iria explodir.
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Você podia ter me dado 10 não acha?
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Você não mereceu, se não teria tirado!
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Mais não sou boa aluna? Por que você não me deixou te
subornar enquanto eu podia?
---
Claro que é, mais não vi você se esforçar para ser a melhor. De que tipo de
suborno estamos falando?
---
Algo como se você me desse 10 de bimestre poderia te agradecer carinhosamente.
Olha não é de hoje que imagino coisas enquanto você escreve na lousa, te
subornaria
facilmente.
--- Você tem que ser mais especifica quando fala! Não existem motivos para aceitar seus suborno, se você se esforçasse mais, não teria que ficar com essas ídeias na cabeça. Mais me diga a razão para pensar nisso!
---
O erotismo é algo tipicamente comum do ser humano, respondendo a sua pergunta ,
sim, você desperta um lado meu que me deixa muito excitado!
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E o que mais você pode me dizer sobre o erotismo...
--- Freud
chama de libido a força primária, a energia da natureza
sexual, orientada pelo princípio do prazer e que se encontra numa
instância da personalidade chamada ID. O contato com as normas sociais
determina, no entanto, a formação do SUPEREGO,
que interioriza as forças inibidoras do mundo exterior e passa
a ser regido pelo princípio do dever. O conflito entre essas duas forças
antagônicas deverá ser resolvido pelo EGO, que, a partir do princípio
de realidade, saberia lidar com o desejo, decidindo da conveniência
de realizá-lo.
---
Então se eu disser que fico molhada em todas as suas aulas seria totalmente
comum? Ou teria que mentir e dizer que não penso nessas coisas?
---
Você deve me dizer tudo que pensa, afinal, o puritanismo é algo que eu
realmente não aprecio.
---
Puritanismo?
--- O
discurso moralista e puritano é herdeiro das tendências
neoplatônicas que desvalorizam o corpo e consideram que o caminho da
humanização está na “purificação” dos sentidos “mais baixos”.
A sexualidade deixa de fazer parte do homem integral, é confinada
à um quarto de janelas fechadas e sem portas, ao silêncio. A visão
platônico-cristã dissocia o amor espiritual do amor carnal e associa sexo ao
pecado. O apóstolo São Paulo defendia o celibato, mas dizia que era“melhor
casar-se que abrasar-se”. Santo Agostinho, que tivera vida devassa antes
da conversão, achava o prazer um companheiro perigoso.
---
Adoro o perigo, principalmente quando sabendo que alguém pode nos ver. O que
pensariam se soubessem que eu sou sua aluna?
Ele
estava um envergonhado e não nos olhávamos nos olhos,
salivei inúmeras vezes e o silencio me deixou um tanto
nervosa... E enquanto nossos lábios se encostaram
novamente, com mais desejo e mais malicia do que antes, ele levou uma de
minhas mãos até suas calças, enrolei um pouco até que ele me forçasse a abrir
seu zíper! Minhas mãos obedeceram as dele, ele estava me
ensinando como masturba-lo, segurando minhas mãos firmemente.
levantando-a delicadamente e descendo-a mais rápido. Movimentos
deliciosos, me fazendo enlouquecer.
Seus
suspiros eram tremendamente deliciosos e ele me falava baixinho:
---
Isso... Assim mesmo...
Quando
ele soltou minha mão, continuei exatamente como ele tinha me ensinado, o beijo
continuou intenso e aumentei a velocidade da minha mão, e ele levou
sua mão até meu cabelo, olhei sorridente para ele. Ele me colocou de
frente com seu corpo rígido, abri a boca e ele me tirou de perto,
novamente me colocou bem perto, como se estivesse me ensinando como manejar a
situação. Me ensinando a melhor forma de satisfaze-lo.
---
Abra boca delicadamente... Coloque a boca aqui! Agora lambe bem
devagar... isso! Assim nesse ritmo, você nem precisa que eu te ensine! Agora
sim vejo a boa aluna que você é!
Entre
uma lambida e outra, sorria somente pelo fato de estar com ele como imaginei,
Subi para beijar sua boca e respirar um pouco.
---
Você podia ter aumentado minha nota. Não te chupo mais até dizer que pensa no
assunto.
---
Shiiiuuu! Você devia ter se esforçado, se fizer o que eu quiser posso pensar no
assunto.
Ele me virou de costas, como se eu fosse algo leve de se mover, suas mãos invadiram minha calça, minha calcinha era pequena demais, só foi preciso empurra-la para o lado e ser preenchida por seus dedos, o movimento intenso e constante me desequilibraram, meus gemidos começavam a ficar mais altos e algumas vezes faróis invadiam o carro me fazendo tremer de medo.
Sua vontade,
seus suspiros penetravam em meus ouvidos, em meu corpo me deixando ainda mais molhada, a mistura de medo
e tesão deixou tudo mais excitante, a
posição desconfortável e os movimentos dele foram rápidos e certeiros, ele me movia, levantava minhas pernas, até o ponto perfeito, estávamos nos olhando, minhas pernas em torno de seu pescoço, suas mãos seguravam meus seios, e sua cara era deliciosamente sexy, não me contive, a cada penetração um grito libertador, o carro com certeza pulava por que era assim que senti, sua respiração ofegou novamente, sentia-o pulsar dentro de mim, cada vez mais intenso, cada vez mais forte, cada vez mais rápido. Não foi
preciso mais que algumas bombadas para me fazer gozar no seu carro. Os
movimentos foram mais rápidos e quando ele parou me beijou
com vontade!-- Satisfeita?
-- Por enquanto sim!
-- Insatisfeita?
-- Nenhum pouco.
-- Acho que mudarei sua nota amanha, mais você precisa fazer uma coisa pra mim.
-- E o que seria?
-- Repetir tudo isso em um motel amanha.
-- Verei o que posso fazer professor, caso você seja bonzinho!
Ele
ligou o carro e parou bem perto de casa, sai do carro com a cara de quem estava
quase satisfeita. desejando vê-lo de novo em breve!
Trechos de um blog de filosofia:http://filosofiaebrasil.blogspot.com.br/p/filosofia-da-sexualidade-humana-o.html











